Quarta-feira, Abril 22, 2009

Pelas ruas que andei, encontrei

Porque sei procrastinar como ninguém, acabo escrava do meu próprio tempo. E isso não combina muito com meu discurso de que é preciso correr menos, organizar melhor a própria vida, permitir-se não levar tudo tão a sério o tempo inteiro. Pior é que não levo. Mas também não relaxo por completo. No fundo, pago alguns instantes de total ócio pelo preço de viver eternamente cansada. E não aprendo a lição. Mas tenho taças novas, o peito folgado e a certeza de que minha felicidade não é mera imposição. Sinto que hoje tenho o mundo. 

7 comentários:

Patrícia disse...

"pago alguns instantes de total ócio pelo preço de viver eternamente cansada". Ultimamente me sinto muito, mas muito cansada e acabo relaxando quando não devo, mas penso que mereço.
Ainda não sou protagonista da minha vida, quem sabe daqui a alguns anos, né?
Obrigada pelo comentário no meu blog! :)

Cris disse...

Naty, conta pra gente como foi o pedido, se é que houve. Ele te pediu em casamento? Vc pediu a mão dele (rs)? Vcs apenas decidiram que chegou a hora? Como foi???

Beijos

Michelle Ribeiro disse...

Oi Naty, queria saber como faço para ser colaboradora da CH...me ensina?rs

Quanto ao post, é uma delícia ter esse montão de dúvidas e uma certeza que desbanca tudo, a de ter o mundo todo com vc...isso chama amor seja lá pelo que for..

beijos

Gabi disse...

"...acabo escrava do meu próprio tempo"... ai Naty, parece que você traduziu o que eu sinto nesse post. Naty, morro de vergonha de dizer isso, mas acredita que eu não sabia que você tinha um blog? Que vergonha :$... mas Naty, passei horas lendo seu blog, você escreve muito bem... quando eu crescer quero ser que nem você Naty ;)

.daia. disse...

"pelo preço de viver eternamente cansada. E não aprendo a lição."

NEM EU!!! =SS

bjos chefa

Gabi disse...

Tb quero um pouco de ócio eum pouco de diversão!

Vanessa Campos disse...

Pois é, lindona. Vou pra BSB no finzinho de junho, talvez começo de julho, depois do meu aniversário. Vou tentar o mestrado na Unb e procurar emprego. A agência fica engavetada para um outro momento, até eu estudar o mercado de lá com calma. Marcelo assumiu um cargo bacana por lá, trabalhando com Economia Solidária, morto de feliz. Por enquanto, estamos pelo Skype, SMS telefonemas de madrugada e viagens no feriado. Parece o começo, sabe? Mas só que dessa vez, estamos mais maduros. Eu sou a mais retirante, né? Mas tou adorando a idéia. :*