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Lispector. Quem mais?

 


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   Sexta-feira, Abril 04, 2008
Da (velhíssima) série “Duas coisas que odeio e uma que adouro”:

- Eu odeio bicha velha que faz a linha menina-mulher, meiguinha, sapeca e quase virgem(a coisa piora se houver bichinhos-fofinhos-de-pelúcia no meio);
- Eu odeio amores inventados;
- Eu adoro desenhar sorvetes em qualquer papel.

Também adouro quando
meu blog na Capricho enche de comentários. Own. :)

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   Quarta-feira, Março 26, 2008
É quando recebo uma surpresinha dessas que esqueço toda uma geração de pessoas uó que precisam urgentemente de uma cinta-caralha para largar meu bidôto em paz.

Não, não me entendam. Eu só sei ser açim.




P.s. Os vintinove foram ótimos e eu sobrevivi. Com samba, amor, cerveja & amigos, que é minha melhor receita para ser feliz.

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   Terça-feira, Março 18, 2008
Lembram quando falei que inferno astral nenhum iria me pegar neste ano? Santa inocência, Batman. O abuso bateu geral e levantar da cama hoje foi um parto de cócoras sem anestesia. Uma parte disso se chama frustração (vide post abaixo) e outra também (sacaram uma vibe Oswaldo Montenegro aqui?).
Porque adoro aniversários e sou a pessoa mais alegre do mundo quando chega o meu. Acordo cedo e ansiosa para receber os abraços, ligações, emails e mensagens, e anoto cuidadosamente o nome de cada um que me telefona para que eu saiba quem esqueceu ou não de mim (oi, eu sou vingativa?). Compro roupa nova, marco programinhas, almoço uma comida gostosa e sinto como se Deus tivesse feito o dia inteiro para que eu fosse feliz; 24h de puro carinho que sempre chega nas mais diversas formas e até de onde nem espero.

Mas neste ano, o dia 21 calhou de cair no feriado da semana santa, quando todos viajam ou fazem programações familiares, os bares fecham e os únicos eventos legais são nas cidades vizinhas. Saco. Tampouco quero deixar para comemorar meu aniversário no próximo final de semana e sequer soprar no meudia uma única vela que seja (logo este ano, que usarei em cima do bolo, pela última vez, os algarismos da casa dos 20). Resumindo: estou mau-humorada, frustrada e meu único desejo tem sido ficar em posição fetal dentro da minha gaveta de calcinhas, onde nenhum ruído possa me tirar de um profundo estado de letargia por pelo menos 200 anos — ou até sábado, quando fizer sol, os 29 já terão chegado e eu vou poder começar a nova idade com um bel mergulho no mar. Eba!

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   Domingo, Março 16, 2008
Meus amigos sempre disseram que costumo viver numa espécie de fantástico mundo de bobby. E eles estão certos. O fato é que minha mente é muito fértil — com o melhor e o pior que isto possa significar. Fantasio demais, espero demais, pratico o auto-terror demais. Este aliás, tem sido o meu hobby perverso predileto, o que me transforma (ou apenas reforça?) de uma otimista de plantão para uma neurótica desvairada que imagina uma pequena ou grande tragédia a cada passo dado fora do meu absoluto controle. E isso dói, acreditem. Mas o engraçado é que, na mesma medida, sou capaz de criar situações mirabolantes, diálogos surreais, momentos perfeitos em que eu seria a mais feliz das criaturas se isso ou aquilo. O que também é muito foda, pois quando a vida real grita, a frustração atropela sem pedir passagem. Mas por hora, sonhar tem sido bom. Asas de anjo, ainda que de papelão.

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   Quinta-feira, Março 13, 2008
Comecei a escrever um post em que usava as palavras porra, cinta-caralha, rapariga de cego, vaitomarnoteucu.

Mas depois lembrei que sou phyna (logo hoje, que estou de echarpe de oncinha) e apaguei tudo. Xô, inferno astral, xô auto-envenenamento, xô urucubaca.

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   Quarta-feira, Março 05, 2008
Sou do tipo que compra roupas novas e usa no dia seguinte — e sapatos, e brincos, e bolsas e seja lá que for. Pensando bem, quase sempre uso no mesmo dia. Achava que isto era culpa de uma ansiedade crônica que me faz querer tudo para já e agora. Tsc. Descobri que tenho urgência de viver. E isso às vezes assusta.

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   Terça-feira, Março 04, 2008
Lembram daquela história que falei que quando está ficando mais perto dos 30 (ih! Tô monotemática total!), a pessoa vai ficando mais tolerante pra certas coisas e bláwhiskassachet? Poisé, esqueçam tudo se for num dia em que você dormiu mal, tem trabalho até as ventas, está podre de cansado e ainda é a terça-feira.

Hoje um cidadão me pegou num dia desses e inventou de estacionar o carro justo na frente do meu portão. E algo acontece no meu coração que, faça chuva ou sol, estou SEMPRE atrasada de manhã, indo para o trabalho. Isto significa que baixou tati-quebra-barraco logo cedo e eu quebrei geral. Resumindo: desci do salto, subi nas tamancas e dei-lhe um baile no meio da rua, como a gente costuma dizer aqui.

Não é a primeira vez que o dgilson faz isso. E eu fazia sempre o velho mantra "pavio longo". Hoje chegou no tal "já deu". Se amanhã acontecer novamente, não vai ter mentalização no azul-bebê que me segure. E se isso é inferno astral, por favor não me digam.

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   Segunda-feira, Março 03, 2008
Evolução da espécie

Há seis anos, neste blog:

Quarta-feira, Março 20, 2002
E finalmente é amanhã. 23 anos. Okey. Os números estão cada vez mais altos. Mas eu continuo me sentindo uma menina.


Há cinco anos, neste blog:

Quinta-feira, Março 20, 2003
Enquanto o mundo respira notícias da guerra, o meu conflito interno não acabou. Mas esse talvez não acabe nunca, pra ninguém, porque a vida é mesmo uma montanha-russa e a gente tem de aprender a lidar com isso. Claro que há um milhão de coisas em mim que precisam mudar, acontecer, nascer de verdade; só que isso não é do dia pra noite. A única coisa que sei é que quero não pensar tanto no futuro, não me cobrar tanto, não achar que eu tenho que ser assim ou assado. Esses dias foram bons e os temidos 24 anos não vão me torturar amanhã. "Não me entenda, mas me aceite", é o que tenho dito pra mim mesma. Conversando com uma amiga querida - que está passando por uma fase difícilima, mas ao mesmo tempo "libertadora" - ela disse: você precisa se apaixonar, Naty. E eu respondi: preciso, preciso me apaixonar por mim de novo. Só que ai lembrei que não sei paquerar. Então tá tudo resolvido: aprendo a jogar charme pra mim mesma, paro de sentir saudade do futuro e continuo enchendo o mundo com as abobrinhices que me fazem um bem danado.


Há quatro anos, neste blog:

Sábado, Março 20, 2004
Amanhã é meu aniversário e estou radiante de felicidade. Ass.: Pinóquio.


Há três anos, neste blog:

Segunda-feira, Março 21, 2005
Enfim, é hoje. Parabéns pra mim e que os 26 também sejam doces. :)

Há dois anos, neste blog:

Segunda-feira, Março 20, 2006
Então amanhã é meu aliversário.
27.
Já?
Caralho.
Parabéns pra mim.
:)))


Há um ano, neste blog:

Quarta-feira, Março 21, 2007
28 anos hoje. Quase 30. E o que antes vinha como um medinho de ver a idade se acumular, virou sossego. Me sinto melhor que aos 15. Começo frases com pronome e não tô nem aí, aprendi a dizer "não", treino boxe e uso protetor solar. Adotei cabelos curtos e converso alto com Deus. Preciso agora é falar menos e ouvir mais, e fazer baliza sem errar. O resto a gente vai levando.
Felizinha, felizinha.


***

Descobri que o tal "peso da idade", que tantas vezes parece assustar, se me deixou mais tabacuda, tornou-me também mais desencanada, mais independente e extremamente mais segura de quem sou. Agora entendo o que dizia minha amiga Cláudia Bia sobre as mulheres de 30. Estou começando a acreditar que não vai doer. Que venham os vintinove.

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   Quarta-feira, Fevereiro 27, 2008
Acho que estou desenvolvendo algum tipo de neurose do ultimato, se é que isso é possível. O fato é que não raro me pego pensando coisas do tipo "vou contar até dez, se até lá isso ou aquilo não acontecer, faço tal coisa" ou ainda "se até 10h36 fulaninho não fizer isso ou aquilo, significa que devo pensar de tal forma". Parece brincadeira, e é, mas é também uma maneira que inconscientemente (?) arrumei tanto para me proteger de algumas situações como para me dar uma falsa coragem a tomar atitudes a respeito das quais, definitivamente, eu não estou bem resolvida. Resumindo: tudo loucura.

Mas um dia, hei de encontrar o tal oceano azul.

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   Segunda-feira, Fevereiro 25, 2008
É assim: você está em casa, de pés cobertos, confortável e acolhida num mundinho seguro & feliz. Mas a janela estava aberta e você não percebeu. Então um temporal gelado vem e encharca tudo. Fó-deu. A sensação é de que o queixo jamais deixará de bater. O frio é por dentro.

Então você pega um antigo casaco escondido no armário e descobre em seus bolsos pedaços do passado que julgava perdidos. Estão todos vivos e nítidos. A primeira sensação é de desconforto, dor e muito medo. Vai de retro, você repete três vezes. Mas eles continuam lá. Fechar os olhos já não é mais a solução.

O que você sente em seguida?

(...)

O buraco é sempre mais embaixo.

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   Terça-feira, Fevereiro 19, 2008
Dizem que o ano só começa depois que termina o carnaval. Para mim, começou antes, assim que ouvi o “aprovado” após a defesa do mestrado. Passei meses esperando por isso. Sonhava em fazer coisas inúteis, como chegar em casa e ver a novela ou falar mal do Big Brother, sem a culpa de quem está com uma bomba-relógio nas mãos. Tinha urgência de sentir calma. Balela. A calma veio e já preenchi todo o tempo livre novamente. Pergunto-me como consegui dar conta de tantas coisas ao mesmo tempo. Trabalho, mestrado, free-lancer, programações do tipo não-posso-faltar. Mas como costumo dizer sempre, se Deus manda é porque a gente agüenta. E precisa. Além disso, não sei ficar parada. Sou gente de movimento. Voltei a treinar e sentir a velha sensação de cansaço bom. Quase uma sessão de descarrego. Mãe Nathalia resolve todos os póbremas em três dias. Bato forte, esqueço o peso das coisas, deixo o suor escorrer e levar embora todas as angústias, meu sargento. Tenho tido vontade de escrever. E lido muitas coisas antigas. Tudo muda tão rápido. É preciso paciência. Só um pouco de paciência.

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   Sábado, Fevereiro 16, 2008
Decidi que vou ressuscitar esse blog.
Não sei bem o porquê, mas vou.

Será que ainda tem alguém vivo por aqui?

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   Terça-feira, Dezembro 18, 2007
Hoje eu vi Deus em uma barata.
E não estou falando de Clarice Lispector, deixo claro.

Era mesmo Deus.

Quem sabe assim, eu aprendo.

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   Quinta-feira, Novembro 15, 2007
Acho que isso tudo tem funcionado mais ou menos como um desastre de avião: uma coisa aqui, outra ali, e bum, está feito. É estranho que me sinta assim, mas não há ordem, não há começos (logo eu, que gosto tanto de marcos e frases do tipo “faz um ano que”). Também não há certezas. Somente um hiato ecoando por dentro ainda que não haja nenhum espaço vazio onde quer que se olhe. O caso, veja bem, é o seu exato contrário.

(...)

Para o alto e avante. Leia aqui.

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   Segunda-feira, Outubro 08, 2007
Aí eu voltei a treinar nesse sábado e sai da academia leve, leve.
E depois me dizem que boxe é um esporte violento.

(Que eu fiquei um dia inteiro sem conseguir levantar os braços não conta).


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   Segunda-feira, Setembro 24, 2007
Eu sou alguém que tem uma bomba-relogio nas mãos, me disseram certa vez. E o pior é que a pessoa está certíssima. Alguém aí tem vocação para Jack Bauer? Ando cansada, com sono, precisando de um feriado de cinco dias, no mínimo, a cada quinzena, e não sei como alavancar tudo o que está pendente. Meu quarto tem livros cobrindo todo o chão, às vezes sou obrigada a dormir minhas cinco preciosas horas diárias em 1/3 da minha cama de casal (ocupada por computador, papéis e afins) e tenho medo do que pode sair da minha bolsa sempre que procuro o controle remoto do portão. O cabelo precisa ser cortado, os treinos precisam ser retomados, o refrigerante precisa ser suspenso, palavras precisam ser ditas (e pensadas e escritas e esquecidas). Mas unhas, sobrancelhas e sonhos estão em dia, obrigadasenhoramém. De resto, viva os duos, viva meus amores, viva as possibilidades e viva o loosho dos olhos, que sem eles nada seria possível. Dentro e fora. Estou vivendo, apesar de, e apesar de, estou tentando. Fudida e feliz. Não é isso que importa?

E avisem a Jack Bauer que estou aqui.

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   Segunda-feira, Agosto 06, 2007
Incrível o poder que tenho de me sabotar.


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   Terça-feira, Julho 31, 2007
E não é esse que esse blog completou seis anos e eu esqueci completamente? Foi no dia 21 de julho. Só lembrei agora, quando vim contar como sou nerd, e acabei me tocando que grande parte da minha nerdice começou com o velho Sorvete de Casquinho.

Todo mundo pergunta como consegui o email nathalia@gmail.com, já que Nathalia no mundo (virtual ou não) é bóia. Acontece que, quando o gmail foi criado pela Gúgôu, ele era oferecido apenas aos usuários Blogger, pelo que me lembro. Blogueira nerd que era (?), recebi um dos primeiros convites na época e consegui o login facinho, facinho.

Claro que acho ótimo dizer "manda email para mim: nathalia arroba gmail", sem complicações e diante de interlocutores incríveis com tamanha facilidade. Bem melhor que usar o endereço do hotmail, composto pelo sobrenome que adoro mas que poucos escrevem certo na primeira (e às vezes segunda, terceira, quarta...) tentativa. Mas isso também me traz algumas chateações, todas decorrentes do fato de ser confundida com 569 homônimas no Brasil afora.

Já recebi por engano planilha com listas de casamentos, dois mil emails de um curso de pós-graduação que não faço, fotos de encontros entre amigos, chamadas para seleção de emprego como tele-markting e engenharia ambiental (!), cantadas de gente que nunca vi na vida, respostas de concursos, xingamentos de namoradas alheias, trabalhos de faculdade de design, parabéns de aniversário (na data errada, obviamente), boletos para pagamentos de assinatura de revista, etc etc etc. Teve até uma vez que uma Nathalia sabe-se-lá-de-onde mandou email para todos os amigos de sua lista, avisando que estava mudando de empresa e de cidade, e tinha feito um email novo. Deu o meu, obviamente. Morri de responder às mensagens de despedida, avisando que não era eu, até que cansei. A outra nunca soube como era querida - mas quem mandou ser alesada?

Enfim, ônus e bônus, como todas as coisas da vida. Nunca se pode ter tudo.

***

Mas... alguém me cede umas quatros horas de seu dia?

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   Quarta-feira, Julho 18, 2007
Tão pouco tempo e já são tantas mudanças! Internas, externas, em cima, aos lados, pelos póros. Há novas pessoas, outras perspectivas, diferentes cenários num caleidoscópio que não para de mudar. Às vezes tomo um susto; noutras, me resigno e espero seu rei mandar. Mas sei que muitas coisas têm dependido de mim e preciso bater forte o pé para não esquecer disso. Preciso ser duas, três, cinco mil. Mas sem perder o foco. Dá medo. Dá ânimo. Olha, teu nome é desafio. Não esquece de continuar andando andando andando. Há dias em que acordo mais cedo do que deveria e tento me perguntar onde encontrar certas coisas. Na verdade, sei as respostas. Só não sei ainda o que falta. O bom é que, na mesma medida, há uma empolgação de quem tem menos de 20 num corpinho sincero de quase 30. Há uma cabeça aberta, uma alma meio aflita, meio tranqüila, alguns segredos e todo o amor possível nessa vida. Tento racionalizar, analisar, calcular em espaços e palavras tudo o que precisa ser dito. Ou vivido ou sonhado ou pedido. Não sou perfeição. Apenas uma lacuna que se preeche dia a dia de algo nunca esperado. Estou diante de um mistério sem as armas de jorge. Disseram: vai. E eu fui. Estou aqui, seguindo a filosofia do salmão e nadando sempre para frente. Hei de chegar em algum lugar. Cruzo os dedos e me jogo. Seu rei mandou dizer que é preciso nascer de novo e de novo e mais uma vez. Ser um paradoxo ambulante sempre será o que sei fazer de melhor.

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   Segunda-feira, Julho 09, 2007
Pessoais, quem quiser ler um texto picaaaaante, pó clicar aqui. Virei uma semi-zumbi literária, mas não morri.

Ah! Depois voltem e comentem aqui, já que lá não tem caixinha de comentários!

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